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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

AVC - Fatores de Risco



Fatores de Risco


•         Fatores de risco não modificáveis
–        Idade: quanto mais idosa, maior a probabilidade de ter um AVE.
–        Hereditariedade
–        Sexo: até os 51 anos de idade os homens têm maior propensão do que as mulheres; depois desta idade, o risco è praticamente igual.
–        Raça: é mais frequente na raça negra.

•         Fatores de risco modificáveis

–        Pressão Arterial: é o principal fator de risco para AVE. Na população, o valor médio é de "12 - 8"; contudo, cada pessoa tem um valor de pressão, que deve ser determinado pelo seu médico. Para estabelecê-lo, são necessárias algumas medidas para que se determine o valor médio. Quando este valor estiver acima do normal daquela pessoa, temos a hipertensão arterial. Tanto a pressão elevada quanto a baixa são prejudiciais. A hipertensão arterial acelera o processo de aterosclerose, além de poder levar a uma ruptura de um vaso sanguíneo ou a uma isquemia.

–        Doença Cardíaca: qualquer doença cardíaca, em especial as que produzem arritmias, podem determinar um AVE. Ocorre uma dificuldade para o sangue alcançar o cérebro, além dos outros órgãos, podendo levar a uma isquemia. As principais situações em que isto pode ocorrer são: arritmias, infarto do miocárdio, doença de Chagas, problemas nas válvulas, etc.

–        Colesterol: níveis alterados, especialmente o elevado LDL ou a redução do HDL estão relacionados à formação das placas de aterosclerose.
--    Diabetes Mellitus: se um portador desta doença tiver a glicemia controlada, tem AVE menos grave do que aquele que não a controla.

–        Fumo: é prejudicial à saúde em todos os aspetos, principalmente naquelas pessoas que já têm outros fatores de risco aqui citados. Acelera o processo de aterosclerose, torna o sangue mais concentrado ao longo dos anos e aumenta o risco de hipertensão arterial.
–        Uso excessivo de bebidas alcoólicas: quando isso ocorre por muito tempo, os níveis de colesterol aumentam; além disso, a pessoa tem maior propensão à hipertensão arterial.

–        História de doença vascular anterior: pessoas que já tiveram AVE, infarto do miocárdio ou doença vascular de membros (trombose, etc.), tem maior probabilidade de ter um AVE.
–        Obesidade: aumenta o risco de diabetes, de hipertensão arterial e de aterosclerose; assim, indiretamente, aumenta o risco de AVE.

–        Sangue muito concentrado: ocorre, por exemplo, quando a pessoa fica desidratada gravemente ou existe um aumento dos glóbulos vermelhos. Este último ocorre em pessoas que apresentam doenças pulmonares crônicas ou que vivem em grandes altitudes. Em ambos os casos, o organismo precisa compensar a falta de oxigênio, aumentando a produção dos glóbulos vermelhos, para não deixar "escapar" qualquer oxigênio que chega aos pulmões.
–         Anticoncepcionais hormonais: os mais utilizados são as pílulas mas o médico deve avaliar e orientar cada caso. Actualmente acredita-se que as pílulas com baixo teor hormonal, em mulheres que não fumam e não tenham características de outros fatores de risco, não aumentam a probabilidade de aparecimento de AVE.
–        Sedentarismo: a falta de atividades físicas leva à obesidade, predispondo ao diabetes, à hipertensão e ao aumento do colesterol.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Acupunctura


A Acupunctura é um importante elemento da Medicina Tradicional Chinesa. A Medicina Tradicional Chinesa conceptualiza o Homem como um ser energético, constituído por uma rede de meridianos e estruturas conexas (órgãos e vísceras) que permitem o fluxo harmonioso da energia. É um ser físico energético, emocional, mental e espiritual. Todos estes planos influenciam o seu estado de saúde e de doença, e todos eles são fundamentais para o diagnóstico e respectivo tratamento.


A acupunctura tem por objectivo a manutenção ou o restabelecimento do equilíbrio energético do organismo através da inserção de finas agulhas em pontos específicos dos meridianos, bem como pela acção do calor obtido pela moxabustão. A acupunctura revela-se deste modo vantajosa e aliada ao paradigma holístico, esta pode aliviar e/ou tratar sintomas, contribuindo assim para uma diminuição do consumo farmacológico e seus efeitos adversos e para uma melhoria do estado de saúde.

A Organização Mundial de Saúde, publicou uma lista diversificada de doenças que podem ser tratadas pela acupunctura, tais como:

  • Sinusite aguda, faringite, amigdalite, gripe, bronquite aguda e asma.
  • Úlcera duodenal, colite aguda e crónica, obstipação e diarreia.
  • Ciatalgia, lombalgia, cefaleias, enxaqueca, síndrome cervicobraquial, nevralgia intercostal, ombro congelado, nevralgia do trigémeo, paresia ou plegia pós-acidente vascular cerebral (AVC), neuropatias periféricas, doença de Meniére, vertigens e enurese nocturna.
  • Hipertensão arterial, angina de peito, aterosclerose e anemia.
  • Incontinência pelo stress, infecções do tracto urinário, disfunções sexuais, irregularidades menstruais, dismenorreia, infertilidade masculina e feminina, síndrome pré-menstrual.
  • Depressão, ansiedade e insónia.
  • Dependências: álcool, nicotina, drogas.